"De cada vez que eu chegava, tu já lá estavas. Como se nunca tivesses saído. Ou como se tivesses saído e eu chegasse sempre atrasada. Fazias-me sentir atrasada. Mas na realidade, o que acontecia é que tu é que chegavas sempre cedo, e bastava que eu chegasse a horas para sentir que devia ter chegado antes. No fundo, tu é que não estavas correcto, pois nunca acertavas com a hora certa, a hora marcada. Às vezes chegar a horas também é cumprir. E chegar sempre demasiado cedo não é boa política, estás sempre fora de horas, assim.
Por isso já sabes. Não chegues demasiado cedo e não te atrases. Encontramo-nos à hora que o meu coração marcou."
Já estou fora de horas, mais uma vez. Texto escrito ontem, dia 06/10/2008, chega com um dia e meia dúzia de horas de atraso. As minhas desculpas.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
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